Esquecimento
Na década de 1960, San Andreas registrou uma das maiores perdas populacionais de sua história. A ilha, que até então mantinha índices baixos de assassinato, passou a conviver com uma sequência de mortes violentas atribuídas a um assassino em série.
O caso recebeu cobertura da mídia local e estadual. Com o aumento do medo público, muitas famílias deixaram a ilha. Parte da população permaneceu, principalmente em bairros de menor renda, áreas rurais e comunidades com menos condições de deslocamento.
Oficialmente, o período ficou marcado como uma crise de segurança. Mas na noite, os não-vivos sabiam que a Torre de Marfim estava despencando.
San Andreas possuía uma estrutura ligada à Camarilla, sob o domínio do Príncipe Declan, um Toreador. A corte enfrentava problemas. A sequência de mortes acelerou esse processo.
Com menos influência, menos dinheiro e menos capacidade de manter controle territorial, a Camarilla local perdeu força. A Anarquia avançou sobre áreas deixadas pelo domínio de Declan e passou a disputar a ilha com mais força.
Poucos anos depois, grupos do Sabbat chegaram a San Andreas.. A presença do Sabbat empurrou a Anarquia para o norte da ilha e alterou a política noturna da região.
Com o tempo, San Andreas deixou de ser prioridade para a Camarilla e para os domínios vizinhos. A ilha continuou habitada, mas perdeu relevância política e passou a ser tratada como uma região instável.
Assim como os vários gritos de socorro abafados pelo sangue, a ilha foi abafada, pela névoa do esquecimento.
Atualizada em 10/10/2026 · ver histórico