Histórico
O Beijo
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O Beijo
Para um vampiro, o ato de se alimentar se torna altamente sensual, independentemente de seu gênero ou orientação sexual anterior. Isso também se aplica à vítima. É uma experiência extremamente íntima, talvez a mais íntima que qualquer um dos envolvidos venha a experimentar. Para a vítima, a mordida de um vampiro provoca um prazer corporal intenso, comparável ou até superior ao ápice do prazer sexual.
Vampiros podem fazer sexo e considerá-lo uma boa forma de se alimentar, mas prazeres carnais significam pouco para eles, pois esse senso de intimidade emocional se perde após o Abraço. Apenas o Beijo, o ato de cravar as presas na carne viva e sugar o sangue em seu interior, pode oferecer essa conexão novamente. As vítimas ficam paralisadas pela euforia, o que as impede de escapar e reduz sua percepção do ambiente.
Sexo faz parte da não-vida de muitos vampiros, mas nada substitui de fato o êxtase da alimentação. Não é incomum que humanos formem rebanhos ao redor de um vampiro específico para experimentar voluntariamente seu Beijo. Também não é incomum que humanos se tornem viciados no Beijo, ou que vampiros desenvolvam vínculos emocionais com seus recipientes.